Selasa, 27 Maret 2018

os olhos nos permitem colorir as paisagens de dentro no admirar-se com o fora, as sensações palavreadas.. quando fechados deixamos que essas cores em tato, cheiros e sons eleve essas paisagens a outra dimensão onde as palavras não alcançam a sensação.
27 de março de 2016 - atingocni

Kamis, 22 Februari 2018

ego ismo

Nada é para sempre!

O egoísmo eminente
Quer que tudo seja seu
E numa eternidade que 
Não cabe na mente
Nem na vida.

Um egoismo que não
Reconhece os bens
Que a pessoa faz
E não agradece,
E quer mais
Esquece que a lida 
é
Feita de momentos
E sofre quem quer
Cultivar tormentos
Ao invés de perceber
No espaço e tempo
As bençãos que vem
E vão com o vento

São presentes
Do presente momento
O passado deve ser acalento
E exemplo
Memória pra dá energia 
Pra viver os próximos 
Intentos.

E assim, se não larga
Mão desse egoísmo
E deixa o vento carregar
Esse mal do dentro
A cegueira é certa
E a sensação real
Do contentamento
Nunca vai está presente
No reger do dia-a-dia tempo.
 
-atingocni- 

Minggu, 21 Januari 2018

estado de Bocó

É um estado de poesia gritante
com cara de criança serelepe e saltitante
que se ver importante
encantada com qualquer coisa pouca
ou quase nada.

Estado de criatividade nata.

Sorriso que se estampa e dança de corpo inteiro.
Pra contagiar de longe aquele que aparece primeiro
Que fica sorrindo a toa
Um descontrole de energia boa

Criança que voa,
Pessoa que soa coisa boua
que ecoa...

Carta

 A carta é o encontro no vento,
Que sussurra as palavras
que vem de longe ou perto,
para aquecer o dentro.

É aquela conversa de olho no olho
que não deu tempo
Que faltou coragem e palavra
naquele fluido momento.

Serve para fazer parar o tempo!
Te leva pro passado,
Se faze estar do lado
num presente como melhor
presente
E teletransportar prum futuro
Onde tu começa a projetar
os teus reflexos sussurros
e imagens daquela
quem te mandou
a mensagem.

É carinho impresso
em tinta e papel,
são palavras que caem do céu,
para informar abraçar, beijar
e fazer lembrar

à pessoa que recebe,
tem um tanto de ti estimada,
e por isso resolve te escrever uma carta.
É um pedacinho da alma.


Jumat, 19 Januari 2018

A arte de respeitar

A arte de respeitar
Acho que é o maior desafio a se encarar
Pois eis que nem o companheiro
Que gosta de te cuidar consegue minimamente
No seu lugar se colocar, dialogar e se controlar
Os princípios que regem a falta de controle
Continuam sendo os mesmos: egocentrismo!
Achar que esta no centro das coisas e sempre com razão
Faz até achar que uma simples desculpa sem mudança de visão
Possa resolver a situação e assim amenizar tal desequilíbrio
Só que não!
Por que será que o mais difícil que existe é juntar a coletividade?
Por que será que não conseguimos uma unidade?
O amor se expressa através do respeito
Mas que diabo é esse sujeito?
Não chegam se quer a se questionar
Por onde andar pra não magoar
Pra não ultrapassar?
A barreira da liberdade
Liberdade? que não existe de verdade
Quando não consegue-se minimamente
Fazer o exercício de se colocar no lugar do outro e
construir “nova” sensibilidade
E a partir dessa compreensão
Saber se dizer não
Saber fazer reflexão
Sobre os atos próprios
E demais
E em meios a ais e inquietações
Intrigas e dês lidas
Criadas pela falta de hábito
Conseguir sentir o quão chato
Poder ser esse mau hábito do desrespeito
O motivo do desentendimento com pouco pleito
Prosaico, falar sobre é fácil
Quero ver transformar em ato!
Laico?
Sim. Não se precisa de religião
pra conseguir exercer esse pequeno ato de interação
E conseguir construir uma relação saudável
Basta olhar pra si e seu hábito
Fazer crítica e autocrítica
E se for o caso mudar-se, autocontrole em vista
Para construir a premissa do ser
Que respeita
e assim terminaria a missa
De quem reza por um pouco, não,
Por muito mais compromisso!
Quando se quiser construir uma relação saudável,
Só com respeito é viável, não se pode ser omisso
Para que não continuemos vivendo
Numa sociedade
De falsas compatibilidades
De Estresses desavenças e mimosidades
Que mais cedo ou mais tarde
Sem essa compreensão dentre as inverdades
Continua a ser regida pelas dissimulações e superficialidades.


atingòcni - A arte de respeitar
31/03/2015

Kamis, 23 November 2017

pele

vesti teu cheiro
como se eu pudesse passar-lhe
as mãos pelos pêlos
e encostar de leve
os lábios ao pescoço
para afana-lo com um beijo
envolto em hipinose de desejo....
desejo de abraço de corpo inteiro
de guardar num frasco o tal devaneio
arrepios de corpo entorpecido
e abandonado
na fragância da
distância....
transposto o ocêano,
sobrevoar mar inteiro,
sem deixar esvair com o vento
o sabor do contato.

o gosto da não pele...
o cheiro amaarado ao pano
que dispistou o vento
pra fazer-te perto,
numa sobra de abraço
que me envolve
e me mantém suspensa
a navegar em pensamentos
de uma saudade
e vontade sem decreto,

depois de um ano...

o indiscreto gesto de um amigo,
amado,
rente ao peito
a acalentar dias
que passarão
até nos encontrar,
sem maresia que inter - pele.
- atingocni-

Rabu, 25 Oktober 2017

pessoas

Nas loucuras alheias,
comportamentos sem eira nem beira
relações terão como lei
as tretas.

porque as loucuras são
aqueles desvãos
o incompreensível do eu
que é
o insuportável do tu/eu
que se quer
se dispõe,
adaptar, ou refletir
sobre o que é e não é...

o incompatível de nós
que fazem nós a troco
de pouca bobagem
vertem palavras a torto
e a direito
sem de fato respeitar
o ser nu.
verdades, mentiras, espontaneidade?

e no atropelar de um sobre o outro
que se quer ser menos pior
, quer dizer, o melhor,
sem parecer nem um pouco torto,
se fazem e desfazem
relações
com a insanidade a
reger mentes e corações
numa sociedade de paradigmas...
perversos?
humanidade e suas
contradições,
que esmagam a possibilidade do ser são.
humanos renegados ao direito
de expressão!
Eis a qualidade desse bicho,
o universo
adverso é isso.

e assim, faz o ego a pessoa
ser,
na sua loucura particular
do viver,
ignorando a premissa que não se vê:
“querer fazer só suas vontades
tá mais perto da insanidade
do que da felicidade”,
assim pois, havemos de sobreviver!

- Atingocni/ carvalho -